Por que (ainda) não vale a pena trocar seu videogame

Primeiros jogos desenvolvidos para Xbox One e PlayStation 4 não devem explorar recursos avançados das novas plataformas.

O que deve mudar nos jogos da nova geração são realismo e suporte on-line. “As grandes franquias vão apresentar games com gráficos ainda mais realistas e mais integração com a nuvem em ambientes multiplayer. Fora isso, o que fará dos próximos jogos títulos históricos são boa jogabilidade e um bom enredo”, diz David de Oliveira Lemes, professor do Departamento de Computação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Ele confirma a tendência de que os consoles serão mais abrangentes na oferta de recursos. “Os novos consoles não servirão apenas como simples videogames para as famílias, e sim como uma central de entretenimento digital para o lar.”

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PlayStation 4 deve ser central de mídia do lar

Sony deve anunciar nesta quarta-feira sucessor do PS3. Além dos rivais Microsoft e Nintendo, empresa terá de enfrentar tablets e smartphones

A saída, neste caso, será apostar em um produto versátil, voltado ao entretenimento de forma geral e não apenas à jogatina. “A Sony deve aperfeiçoar o conceito de hub digital. O PS4 não será usado apenas para jogar, mas também para armazenar músicas, assistir a filmes ou acessar documentos na nuvem. O console será focado na distribuição de conteúdo e no compartilhamento via redes sociais”, diz o professor do curso dos jogos digitais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) David de Oliveira Lemes. “Trata-se de uma tendência. Eles querem transformar o console na principal central de mídia da casa.”

A venda de jogos na nuvem é uma tendência que já pode ser testemunhada no PlayStation 3, por meio da PSN, a sua rede on-line. A oferta de aplicativos, contudo, ainda é limitada. A Sony deve aumentar o seu catálogo de aplicações e também de títulos independentes, como Limbo eJourney. Para isso a companhia vai investir na comunidade de game designers ao oferecer kits de desenvolvimento mais baratos. “Veremos uma flexibilização para os desenvolvedores criarem novos jogos para o PlayStation 4”, ressalta Lemes.

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Jogos Digitais: ‘Este é um grande mercado de trabalho que está se abrindo aos profissionais’

Jogos Digitais / PUC-SP / Dolemes

Matéria publicada no Estadão, no dia 24 de junho de 2012.

“O curso de tecnologia em jogos digitais tem duração de três anos e foi reconhecido pelo Ministério da Educação com nota máxima”, afirma o coordenador do departamento de computação da Pontifícia Universidade Católica (PUC – SP), David de Oliveira Lemes. “As áreas e competências relativas ao curso, o colocam dentro do campo do saber do Design”, explica.

De acordo com ele, a formação é ideal para quem gosta de programação e arte, em função do uso de desenho e modelagem 3D, roteiro e projetos de jogos digitais. “Os alunos recebem sólida formação humanista e tecnológica, ficando aptos a desenvolver e produzir jogos eletrônicos”, diz o professor.

Segundo Lemes, o mercado de trabalho está aquecido em função do grande número de empresas que estão surgindo e que têm como foco principal o desenvolvimento de jogos para dispositivos móveis. “Este é um grande mercado que está se abrindo para os profissionais.”

Depois de formados, os tecnólogos são absorvidos por produtoras de games, empresas que desenvolvem aplicativos para celular, agências de publicidade, editoras, produtoras de animação e filmes, empresas que produzem aplicativos de ensino a distância (EAD) e produtoras de websites.